quarta-feira, 2 de março de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Lutando pela Verdade
"Estando ele (Jairo) ainda falando, chegaram alguns do principal da sinagoga, a quem disseram: A tua filha está morta; para que enfadas mais o Mestre? - Marcos 5:35.
Jesus voltando de Decápolis se encontra com um homem chamado Jairo, principal da sinagoga local que vendo-O, prostrou-se aos seus pés, e rogava-lhe muito, dizendo: Minha filha está moribunda; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos, para que sare, e viva.
Jesus e Jairo, então, se colocam a caminho da casa, mas antes que chegue lá, Jairo recebe um recado: "A tua filha está morta; para que enfadas mais o Mestre?" Ao que Jesus dirigindo-se a Jairo completa: "Não temas, crê somente". Jesus chega até lá e opera o milagre restituindo a menina aos pais e a alegria e o assombro invadem aquela casa!
Podemos notar algumas particularidades neste episódio e conforme os identificamos, vamos aplicá-lo aqui agora, nos dias de hoje, para glória do Senhor.
Não temas, crê somente, pois, sua filha ou seu filho ainda vive, muito embora pareça morto!
Não temas, crê somente, pois, ainda que a droga, o mundo, satanás e seus intentos proporcionaram uma aparente morte ao seu filho ou sua filha, mas, o Senhor ainda tem a palavra de poder sobre eles. Aleluia! (Atos 2:39).
Assim, notamos que Jesus ao chegar à casa com voz de autoridade diz: "Por que vos alvoroçais e chorais? A menina não está morta, mas dorme"!
Ora, é preciso crer que a aparente morte não é páreo para a autoridade deste Senhor que servimos, portanto, não é mais tempo de se alvoroçar e chorar, mas crer! Esta é a primeira atitude a ser tomada!
Segundo, tendo-os feito sair, tomou consigo o pai e a mãe da menina, e os que com ele estavam (Pedro, Tiago e João), e entrou onde a menina estava deitada. Aqui nos é ministrado lições espetaculares que possibilitam vitórias:
a) Façamos sair todos os que NÃO contribuem, não crêem, não somam, não são verdadeiros, todos os falsos lamentadores do círculo de nosso espaço de ação. Que saiam todos! Eles nem entram e nem saem - pelo contrário ficam na porta atrapalhando a benção!
b) Os PAIS - ambos os pais - esposo e esposa - marido e mulher - devem estar juntos, imbuídos neste processo. O diabo bem sabe que casa dividida não subsiste, portanto, ambos podem contribuir para a restauração de um filho. Separados, será muito difícil! Família é homem, mulher e (se houverem) filhos juntos!
c) Procure companhia de pessoas que realmente detenham autoridade (e são poucos, viu) para somar num processo de restauração. A maioria só está próximo para ver o "circo pegar fogo". Até mesmo muitos que supostamente ostentam espiritualidade, são no fundo incrédulos de marca maior.
Terceiro, E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talita cumi; que, traduzido, é: Menina, a ti te digo, levanta-te!
a) Tomar pela mão significa proximidade, presença. Senhores pais, SEJAM PRESENTES na vida de vossos filhos e não os encham de presentes, mas sim, de sua presença!
b) Use de autoridade! Vocês possuem autoridade vinda dos céus para pisar sobre serpentes e escorpiões que tem infestado a vida de seus filhos e mesmo suas casas. (Lucas 10:19). Portanto, usem de autoridade e não duvidem de que seu(s) filho(s) e ou filha(s) irá de fato se levantar, para glória do Senhor!
Finalmente: E logo a menina se levantou, e andava, pois já tinha doze anos; e assombraram-se com grande espanto.
Entendam que depois que ele(s) se levantarem, é preciso ALIMENTÁ-LOS. Eles podem até levantarem-se e caminhar, mas, ainda necessitarão do alimento; e entendemos aqui que principalmente trata-se de alimento espiritual.
Vocês - pais - estão dispostos a caminhar com Jesus até que Este entre em vossas casas e opere maravilhas? Entretanto, estão cientes de que AMBOS deverão continuam alimentando seus filhos que outrora estavam mortos?
Que Deus vos conceda a graça e a possibilidade de muitos "ressurgimentos", para louvor da Sua glória!
por Vilson Ferro Martins - www.vozdotrono.com.br
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Numa classe de crianças foi contada a impressionante história de Jesus e de Pedro, resolvendo um problema sobre pagamento de impostos, através de uma moeda encontrada na boca de um peixe...
O pequeno Raul ficou cheio de esperanças, lembrando-se da multiplicidade de problemas financeiros que envolviam sua pobre mãe viúva. Quanto mais o menino pensava na maneira como se desenrolou a história que ouvira, mais ele ia se convencendo de que Jesus poderia hoje fazer coisa semelhante por eles.
E tanto insistiu nesse pensamento que, esvaziando o seu cofrezinho, juntou as poucas moedas que havia economizado e foi correndo à peixaria mais próxima. Ali, ele se dirigiu ao rapaz que atendia aos fregueses, pedindo-lhe:
- Quero comprar um peixe dos maiores que houver.
O moço, gentilmente, explicou que os peixes maiores custavam muito mais caros. Vendo, então, que o dinheiro que levava não seria suficiente, Raul pensou um pouco e por fim acrescentou:
- Moço, na verdade eu preciso apenas de uma cabeça de peixe.
- Ah, isso se arranja facilmente - disse o peixeiro - e posso lhe conseguir uma bem grande, por um preço pequeno!
Efetuando a compra, o garotinho saiu radiante de alegria, na certeza de estar dando os passos finais na solução de tantas dificuldades. Correu, levando pra casa a cabeça do peixe embrulhada num pedaço de jornal. Na cozinha, ele a colocou sobre a mesa e foi procurar a mãe, para agora lhe contar sobre a história que ouvira a respeito de Jesus. Relatou-a com todos os detalhes e por fim, exclamou:
- Mamãe, pode estar certa de que agora vamos pagar todas as nossas dívidas!
Logicamente não havia nenhuma moeda na boca do peixe, como esperava o pequeno órfão.
O pequeno Raul ficou cheio de esperanças, lembrando-se da multiplicidade de problemas financeiros que envolviam sua pobre mãe viúva. Quanto mais o menino pensava na maneira como se desenrolou a história que ouvira, mais ele ia se convencendo de que Jesus poderia hoje fazer coisa semelhante por eles.
E tanto insistiu nesse pensamento que, esvaziando o seu cofrezinho, juntou as poucas moedas que havia economizado e foi correndo à peixaria mais próxima. Ali, ele se dirigiu ao rapaz que atendia aos fregueses, pedindo-lhe:
- Quero comprar um peixe dos maiores que houver.
O moço, gentilmente, explicou que os peixes maiores custavam muito mais caros. Vendo, então, que o dinheiro que levava não seria suficiente, Raul pensou um pouco e por fim acrescentou:
- Moço, na verdade eu preciso apenas de uma cabeça de peixe.
- Ah, isso se arranja facilmente - disse o peixeiro - e posso lhe conseguir uma bem grande, por um preço pequeno!
Efetuando a compra, o garotinho saiu radiante de alegria, na certeza de estar dando os passos finais na solução de tantas dificuldades. Correu, levando pra casa a cabeça do peixe embrulhada num pedaço de jornal. Na cozinha, ele a colocou sobre a mesa e foi procurar a mãe, para agora lhe contar sobre a história que ouvira a respeito de Jesus. Relatou-a com todos os detalhes e por fim, exclamou:
- Mamãe, pode estar certa de que agora vamos pagar todas as nossas dívidas!
Logicamente não havia nenhuma moeda na boca do peixe, como esperava o pequeno órfão.
Esse fato veio abalar a fé da criança naquele momento.
Porém, ao limpar a mesa, casualmente a mãe deparou com o seu nome impresso no pedaço de jornal
Porém, ao limpar a mesa, casualmente a mãe deparou com o seu nome impresso no pedaço de jornal
que embrulhava a cabeça do peixe.
Lendo com atenção, ela tomou conhecimento de que se tratava de um anúncio que certo advogado fizera publicar, convocando-a ao seu escritório, a fim de lhe comunicar a respeito de uma herança que lhe fora deixada por um parente que acabara de partir. Inacreditável! Surpreendente!
O milagre esperado pelo menino acabou acontecendo, embora de forma diferente. De joelhos, mãe e filho deram graças ao Senhor pelo socorro que tão oportunamente lhes enviava.
Nem sempre Deus responde às nossas súplicas da maneira que esperamos, nem por vias tão diretas ou processos semelhantes a outros já acontecidos, porém, felizes e venturosos são aqueles que nele confiam.
Lendo com atenção, ela tomou conhecimento de que se tratava de um anúncio que certo advogado fizera publicar, convocando-a ao seu escritório, a fim de lhe comunicar a respeito de uma herança que lhe fora deixada por um parente que acabara de partir. Inacreditável! Surpreendente!
O milagre esperado pelo menino acabou acontecendo, embora de forma diferente. De joelhos, mãe e filho deram graças ao Senhor pelo socorro que tão oportunamente lhes enviava.
Nem sempre Deus responde às nossas súplicas da maneira que esperamos, nem por vias tão diretas ou processos semelhantes a outros já acontecidos, porém, felizes e venturosos são aqueles que nele confiam.
Que neste ano que se iniciou, possamos ver muitos milagres acontecendo em nosso meio.
Que possamos incansavelmente dizer: SÓ O SENHOR É DEUS.
Nem olhos viram, nem ouvidos ouviam, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.
I Coríntios 2:9
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